
“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel (Deus conosco)”
(Isaías 7:14)
“E o Verbo se fez carne, e habitou (do termo sinônimo do grego - tabernaculou) entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”
(João 1:14)
Cristo, em humilhação e auto-entrega, se despe da sua glória e assume a nossa natureza humana, submetendo-se a padecer junto conosco as limitações impostas por essa natureza com um propósito: “cumprir com perfeição todas as exigências da Lei e ser nosso legítimo representante diante do Pai”.
Mesmo sendo algo demasiadamente inacessível a nossa compreensão profundamente limitada e embotada pelo pecado, esse ser esplêndido se torna a partir de então 100% homem, sem deixar de ser 100% Deus, ante aos olhos de toda a Terra, tendo sido concebido pelo Espírito Santo e nascido de uma virgem.
Era não só a presença de Deus tipificada e simbolizada na figura do tabernáculo do Antigo Testamento, com todos os seus detalhes, em carne e osso (o Verbo encarnado, o Logos que se fez carne), mas também o próprio Deus indo e agindo diante do povo, em favor dos seus.
Bibliografia:
• Pequena Enciclopédia Bíblica – Orlando Boyer – IBAD.
• Novo Testamento Interlinear Analítico – Paulo Sergio Gomes, Odayr Olivetti – Editora Cultura Cristã.
• Credo Apostólico.
• Bíblia Sagrada Revista e Corrigida.
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