
Ecumenismo
Por definição, Ecumenismo (“ eucumenismo”) é o processo de busca da unidade. O termo provém da palavra grega "oikos" (casa), designando "toda a terra habitada". Num sentido mais restrito, emprega-se o termo para os esforços em favor da unidade entre as igrejas e/ou religiões diferentes.
Comunhão só é de fato verdadeira se for entre irmãos pois o sentido da palavra é comum união , tornando antagônico qualquer espécie de ecumenismo pois num contexto de culto, o cristão adora somente ao Deus trino, sem objeção.
O que une um crente a outro é a Aliança (união mística com Cristo), ou seja, o fato de serem filhos do mesmo Pai, serem morada do mesmo Espírito, que revela Deus através da Sua exclusiva Palavra, trazendo convicções inegociáveis a vida desses mesmos crentes.
Não existe portanto uma reunião cúltica cristã onde é permitido que cada um ore ao seu deus pessoal, e esta proibição está descrita no primeiro mandamento .
O Culto cristão é um serviço cúltico prestado com temor e tremor ao Deus único, e não um ritual de invocação a um deus que presta serviço ao devoto (como o gênio da lâmpada).Culto é adoração ,não no sentido diluído que encontramos ao nosso redor que se resume apenas em música, mas adoração no melhor, mais sério e sublime sentido da palavra.
Para uma melhor compreensão da relação inegociável e aversa que o crente deve ter com o ecumenismo, vejamos navida de um grande homem de Deus exemplos de um posicionamento bíblico e cristão em oposição a dois ministros também conhecidos :
David Martin Lloyd-Jones (1899 -1981) foi um teólogo protestante de origem galesa que foi influente na ala reformada do movimento evangélico britânico no século 20. Por quase 30 anos, ele foi o ministro da Capela de Westminster, em Londres. Lloyd-Jones era um forte opositor da teologia liberal (igreja Emergente) que se tornou uma parte de muitas denominações cristãs, considerando-a como uma aberração. Ele discordou da abordagem ampla (no sentido de adaptar-se ao mundo) da Igreja e incentivou os cristãos evangélicos (especialmente anglicanos) a deixarem suas denominações existentes, considerando que a comunhão cristã verdadeira só é possível entre aqueles que partilharam convicções comuns sobre a natureza bíblica da fé. Lloyd-Jones é considerado um dos maiores pregadores protestantes do século XX.
Lloyd-Jones provocou grande controvérsia em 1966, quando na Assembléia Nacional de Evangélicos, organizada pela Aliança Evangélica, ele apelou a todos os pastores de convicção para deixar as denominações evangélicas que continha congregações liberais e neo-evangélicas. Essa afirmação causou um grande mal estar aos evangélicos dentro da Igreja da Inglaterra. Como uma figura significativa para muitas das igrejas de fora das grandes denominações, Lloyd-Jones tinha a esperança de incentivar os cristãos com profunda crença bíblica a se retirarem de todas as igrejas onde se apresentassem visões alternativas da bíblia.
No entanto, Lloyd-Jones foi criticada pelo líder evangélico anglicano John Stott. Embora Stott não fora preparado para falar, ele usou sua posição como presidente da reunião e repreendeu publicamente Lloyd-Jones. Este conflito aberto entre os dois estadistas mais velhos da igreja evangélica britânica foi amplamente noticiado na imprensa cristã e causou polêmica considerável. No ano seguinte, foi realizado o primeiro Congresso Nacional Evangélico da Igreja Anglicana. Nesta conferência, em grande parte devido à influência de Stott, anglicanos evangélicos se comprometeram a plena participação na Igreja da Inglaterra, rejeitando a abordagem separacionista proposta por Lloyd-Jones. Essas duas conferências efetivamente criaram uma divisão na direção de grande parte da comunidade britânica evangélica. Sem dúvida, os dois grupos adotaram posições diametralmente opostas. Essas posições resultantes da cisão continuam praticamente inalteradas até hoje. O futuro iria provar que Lloyd-Jones estava correto. A igreja anglicana inexplicavelmente em 2008 pediu publicamente desculpas a Charles Darwin por reconhecer que ele estava errado, é uma das igrejas que hoje ordena ministros homossexuais e aqui no Brasil participa da para-gay de São Paulo.
Lloyd-Jones fez uma declaração bombástica quanto ao posicionamento do famoso evangelista Billy Graham:
“Estou descontente com campanhas organizadas e ainda mais sobre o sistema de convite de chamar as pessoas para frente. Eu considero Billy Graham um honesto, sincero e verdadeiro homem. Ele, de fato, convidou-me em 1963 para ser o presidente do primeiro Congresso de Evangelismo e eu disse que ia fazer uma barganha: se ele iria parar o patrocínio geral de suas campanhas - deixar de ter os liberais e os católicos romanos na plataforma e largar o sistema de convites (chamadas de altar), eu iria apoiá-lo e seria o presidente do Congresso. Nós conversamos por três horas, mas ele não aceitou essas condições.”
Fonte de consulta:
Adaptação das matérias, “Jornal Os Puritanos, Ano II – Número 2 – Abril/1993”, via morgenismo.com
www.wikipedia.org
Martin Lloydhttp://e-conversation.blogspot.com/2010/09/d-martyn-lloyd-jones-on-billy-grahams.html-Jones
http://discernimentocristao.wordpress.com/2010/04/25/david-martyn-lloyd-jones-um-gladiador-contra-a-mundanizacao-da-igreja/
Só existe uma unidade entre os filhos de Deus. Aquela que acontece pela união mística, desde o conselho de paz e que fica claro e croncretizado entre os seus filhos pela bíblia. O resto é separação..... Cyrleno
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